segunda-feira, 23 de junho de 2014

Um bom sábado =) e uma ideia de passeio

Este fim de semana foi um bom fim de semana.

Muitos amigos, algum (não muito) descanso, passeio ...

E por passeio, no sábado fui até Azeitão, visitar a Casa Museu José Maria da Fonseca.

Para quem gosta de vinhos, aconselho, é perto de Lisboa, a guia foi super simpática, são apenas 3€ por pessoa, visitam um museu e depois as caves/adegas do vinho e do moscatel e no final tem a prova de um copo de vinho tinto Periquita (o vinho corrente deles) e de Moscatel.

Na zona da loja, também podem comprar a prova de outros vinhos para saberem qual a garrafa que vão comprar para levarem para casa e deliciarem-se com as iguarias ahaha

Gostei bastante e estou bastante intrigada a experimentar o Moscatel Roxo (que nunca provei) e a saborear melhor o Moscatel com Conhac, que provei lá, é qualquer coisa de delicioso e comprei uma garrafa!!












Depois com uma visitinha até Setúbal, um peixinho grelhado ou, para quem gosta, o choco frito, volta-se a Lisboa, vai-se para um jardim numa esplanada, ouvir musiquinha e estar com amigos e o dia passa num instante, bem bom!!



Dias destes enchem-me a alma. Sabem-me para lá de bem. E sinto-me feliz =))

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Ora cheguem-se cá!! Tenho uma notícia para lá de interessante!!

Se não trabalhasse/Se morasse em Lisboa ou Porto/Se não tivesse planos para o fim de semana ... sei bem onde ia tomar o pequeno-almoço.

Além de ser uma refeição super importante, a Compal criou esta iniciativa para lá de interessante!! 


Mas eu explico.

Sucintamente, até dia 29 de Junho, a Compal juntou-se com algumas pastelarias de Lisboa e Porto, e podem tomar o pequeno almoço por 2€ com direito a:


Menu Compal Breakfast Week:
1 Néctar Compal
1 especialidade
1 Café


Horários:
8h-11h
(ver horário detalhado em cada Estabelecimento Aderente)


E o que é que isto tem de interessante??

Isto:


1 Menu Compal Breakfast Week = 1 Pequeno-almoço de oferta a uma criança.

Por cada menu Compal Breakfast Week que consumir, a SUMOL+COMPAL oferece um pequeno-almoço semelhante a escolas da Zona de Lisboa e Porto.







As pastelarias aderentes?

Em Lisboa são:



Mas ide, ide lá ver!! Em cada "Saber mais" diz a especialidade que podem comer na pastelaria.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Fui às compras.

E não tenho fotos.

Mas comprei umas sandálias mesmo giras.

A ver se tiro foto ... mas chego a casa e mal ando pelo quarto, que aquilo fica muito quente e depois as melgas é uma merda. mas pronto, a ver se tiro uma foto! 

[isto foi algo extremamente produtivo e informativo. enfim!!]

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Dúvidas existenciais ...



- Para organizar os meus livros, que antes tinha no Springpad, apesar de desactualizados... Codex ou Book Catalogue??


- Sem Springpad ... o que uso? Quip ou Evernote?



É que nem sei o que hei-de fazer à minha vida ... 


sexta-feira, 6 de junho de 2014

tão, mas tão verdade ...

mas às vezes custa horrores sorrir!

É fazer um esforço, é certo, e as rugas dos sorrisos são lindas ...

Fica a nota. Para todos se lembrarem ...


quinta-feira, 5 de junho de 2014

"roubado" para todos saberem ...

do blog Quadripolaridades. Porque lhe pediram a ela para partilhar. Porque todos devem saber. Porque é importante. Porque...


"
"Escrevo porque estou triste. Triste pelos meus avós. Triste porque os direitos humanos na verdade não existem. Triste porque ninguém faz nada. Triste porque toda a gente fechou os olhos.

Nasci na Ucrânia, de onde os meus pais, ambos com ensino superior completo, foram OBRIGADOS a sair. Sim, foram OBRIGADOS, eles não saíram porque quiseram, saíram porque no início dos anos 90 perderam tudo o que tinham graças à queda da antiga União Soviética. Lembro-me perfeitamente de ter para ai sete anos, estar a jantar na cozinha com a minha família e ouvir os meus pais gritarem para eu e a minha irmã bebé nos escondermos por baixo da mesa, porque estavam a disparar aleatoriamente contra qualquer pessoa que estivesse na rua e não eram raras as balas que entravam em casa das pessoas acabando com as suas vidas. Portugal foi um refúgio que os meus pais encontraram, onde foram capazes de nos dar um FUTURO que não passasse pelo consumo de droga aos 12 anos, ou casamento e filhos aos 17. 
Hoje a minha mãe falou com a minha avó pelo skype que estava em lágrimas e cheia de medo do que lhes poderia acontecer. Uma senhora de 60 e muitos anos, que trabalhou a vida inteira e sempre defendeu o seu país (sim, aquele SEU PAÍS que fez com ela não visse os seus 5 netos a crescer e vivesse sozinha com o meu avô já há cerca de 15 anos) lavada em lágrimas a contar coisas absolutamente HORRENDAS daquilo que se passa na Ucrânia. Apenas para contextualizar, devo dizer que os meus avós vivem na zona intitulada pelo seu próprio governo de "rebeldes e terroristas pró russos". O RELATO QUE SE SEGUE É ABSOLUTAMENTE LIVRE DE QUALQUER OPINIÃO POLÍTICA E CENSURA JORNALÍSTICA. É APENAS AQUILO QUE AS PESSOAS DA ZONA "BARBARA" DA UCRÂNIA VIVEM TODOS OS DIAS.

Os meus avós, de 60 e muitos anos, hoje em dia, NÃO PODEM:
- Levantar dinheiro ou transferir as suas poupanças para qualquer conta fora da Ucrânia apenas porque o banco central ucraniano não permite tal "ofensa".
- Descansar sossegados a noite porque têm medo que lhe caia uma bomba em cima que são lançadas sobre a população da zona "rebelde" dos aviões do "exército" ucraniano.
- Vir visitar-nos ou simplesmente sair da zona onde vivem porque o "exército defensor do povo ucraniano" não permite tal barbaridade! Mesmo os autocarros com crianças que pediram corredores humanitários para tirar os menores das "zonas de guerra" foram parados e um deles foi obrigado pelo "EXERCITO AMIGO DO SEU POVO" a regressar para a zona onde se lançam bombas do ar apenas porque sim.

Os meus avós, de 60 e muitos anos, DEVEM:
- Telefonar todos os dias a todos os seus familiares para garantir que todos estão vivos, porque as pessoas e CRIANÇAS levam tiros do "exército" apenas porque vivem na "zona rebelde".
- Devem ficar em casa e rezar para que não lhes entre ninguém em casa a disparar, porém pode lhe cair uma bomba em cima...

Os meus avós, de 60 e muitos anos, CONTAM:
- Que "exército" entrar em hospitais e mata TODOS os feridos, UM A UM, para garantir o medo e a obediência da população. 
- Que morrem crianças todos os dias com balas "perdidas". 
- Que os pais dos jovens que são recrutados para o "exército" deitam-se à frente dos autocarros que os vêm buscar para não os deixar ir.

Morrem jovens a andar na rua. Morrem velhotes. Morrem mães e pais. Morre a minha esperança.

As pessoas não querem guerra, as pessoas não querem pertencer à Rússia, as pessoas apenas querem continuar a viver as suas vidas em paz e foram apanhados no meio de um jogo político que vai custar a vida a muitas pessoas..."

Com os melhores cumprimentos,

Dar'ya Khoroshylova"
"

quarta-feira, 4 de junho de 2014