sexta-feira, 20 de junho de 2014

Ora cheguem-se cá!! Tenho uma notícia para lá de interessante!!

Se não trabalhasse/Se morasse em Lisboa ou Porto/Se não tivesse planos para o fim de semana ... sei bem onde ia tomar o pequeno-almoço.

Além de ser uma refeição super importante, a Compal criou esta iniciativa para lá de interessante!! 


Mas eu explico.

Sucintamente, até dia 29 de Junho, a Compal juntou-se com algumas pastelarias de Lisboa e Porto, e podem tomar o pequeno almoço por 2€ com direito a:


Menu Compal Breakfast Week:
1 Néctar Compal
1 especialidade
1 Café


Horários:
8h-11h
(ver horário detalhado em cada Estabelecimento Aderente)


E o que é que isto tem de interessante??

Isto:


1 Menu Compal Breakfast Week = 1 Pequeno-almoço de oferta a uma criança.

Por cada menu Compal Breakfast Week que consumir, a SUMOL+COMPAL oferece um pequeno-almoço semelhante a escolas da Zona de Lisboa e Porto.







As pastelarias aderentes?

Em Lisboa são:



Mas ide, ide lá ver!! Em cada "Saber mais" diz a especialidade que podem comer na pastelaria.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Fui às compras.

E não tenho fotos.

Mas comprei umas sandálias mesmo giras.

A ver se tiro foto ... mas chego a casa e mal ando pelo quarto, que aquilo fica muito quente e depois as melgas é uma merda. mas pronto, a ver se tiro uma foto! 

[isto foi algo extremamente produtivo e informativo. enfim!!]

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Dúvidas existenciais ...



- Para organizar os meus livros, que antes tinha no Springpad, apesar de desactualizados... Codex ou Book Catalogue??


- Sem Springpad ... o que uso? Quip ou Evernote?



É que nem sei o que hei-de fazer à minha vida ... 


sexta-feira, 6 de junho de 2014

tão, mas tão verdade ...

mas às vezes custa horrores sorrir!

É fazer um esforço, é certo, e as rugas dos sorrisos são lindas ...

Fica a nota. Para todos se lembrarem ...


quinta-feira, 5 de junho de 2014

"roubado" para todos saberem ...

do blog Quadripolaridades. Porque lhe pediram a ela para partilhar. Porque todos devem saber. Porque é importante. Porque...


"
"Escrevo porque estou triste. Triste pelos meus avós. Triste porque os direitos humanos na verdade não existem. Triste porque ninguém faz nada. Triste porque toda a gente fechou os olhos.

Nasci na Ucrânia, de onde os meus pais, ambos com ensino superior completo, foram OBRIGADOS a sair. Sim, foram OBRIGADOS, eles não saíram porque quiseram, saíram porque no início dos anos 90 perderam tudo o que tinham graças à queda da antiga União Soviética. Lembro-me perfeitamente de ter para ai sete anos, estar a jantar na cozinha com a minha família e ouvir os meus pais gritarem para eu e a minha irmã bebé nos escondermos por baixo da mesa, porque estavam a disparar aleatoriamente contra qualquer pessoa que estivesse na rua e não eram raras as balas que entravam em casa das pessoas acabando com as suas vidas. Portugal foi um refúgio que os meus pais encontraram, onde foram capazes de nos dar um FUTURO que não passasse pelo consumo de droga aos 12 anos, ou casamento e filhos aos 17. 
Hoje a minha mãe falou com a minha avó pelo skype que estava em lágrimas e cheia de medo do que lhes poderia acontecer. Uma senhora de 60 e muitos anos, que trabalhou a vida inteira e sempre defendeu o seu país (sim, aquele SEU PAÍS que fez com ela não visse os seus 5 netos a crescer e vivesse sozinha com o meu avô já há cerca de 15 anos) lavada em lágrimas a contar coisas absolutamente HORRENDAS daquilo que se passa na Ucrânia. Apenas para contextualizar, devo dizer que os meus avós vivem na zona intitulada pelo seu próprio governo de "rebeldes e terroristas pró russos". O RELATO QUE SE SEGUE É ABSOLUTAMENTE LIVRE DE QUALQUER OPINIÃO POLÍTICA E CENSURA JORNALÍSTICA. É APENAS AQUILO QUE AS PESSOAS DA ZONA "BARBARA" DA UCRÂNIA VIVEM TODOS OS DIAS.

Os meus avós, de 60 e muitos anos, hoje em dia, NÃO PODEM:
- Levantar dinheiro ou transferir as suas poupanças para qualquer conta fora da Ucrânia apenas porque o banco central ucraniano não permite tal "ofensa".
- Descansar sossegados a noite porque têm medo que lhe caia uma bomba em cima que são lançadas sobre a população da zona "rebelde" dos aviões do "exército" ucraniano.
- Vir visitar-nos ou simplesmente sair da zona onde vivem porque o "exército defensor do povo ucraniano" não permite tal barbaridade! Mesmo os autocarros com crianças que pediram corredores humanitários para tirar os menores das "zonas de guerra" foram parados e um deles foi obrigado pelo "EXERCITO AMIGO DO SEU POVO" a regressar para a zona onde se lançam bombas do ar apenas porque sim.

Os meus avós, de 60 e muitos anos, DEVEM:
- Telefonar todos os dias a todos os seus familiares para garantir que todos estão vivos, porque as pessoas e CRIANÇAS levam tiros do "exército" apenas porque vivem na "zona rebelde".
- Devem ficar em casa e rezar para que não lhes entre ninguém em casa a disparar, porém pode lhe cair uma bomba em cima...

Os meus avós, de 60 e muitos anos, CONTAM:
- Que "exército" entrar em hospitais e mata TODOS os feridos, UM A UM, para garantir o medo e a obediência da população. 
- Que morrem crianças todos os dias com balas "perdidas". 
- Que os pais dos jovens que são recrutados para o "exército" deitam-se à frente dos autocarros que os vêm buscar para não os deixar ir.

Morrem jovens a andar na rua. Morrem velhotes. Morrem mães e pais. Morre a minha esperança.

As pessoas não querem guerra, as pessoas não querem pertencer à Rússia, as pessoas apenas querem continuar a viver as suas vidas em paz e foram apanhados no meio de um jogo político que vai custar a vida a muitas pessoas..."

Com os melhores cumprimentos,

Dar'ya Khoroshylova"
"

quarta-feira, 4 de junho de 2014

viciada ...








quinta-feira, 29 de maio de 2014

Passar a informação [importante. urgente. real.]

[retirado do blog da PóloNorte]


1º LEIAM ISTO, sff:



2º Atentem nesta iniciativa e toca a aderir e a falar com a Pólo Norte:



"
A saia da Carolina não vai ter mais um lagarto pintado


A Carolina tem uma adolescência que tomou o lugar da saia pintada da canção a que dá nome. A vida-saia da Carolina tem um lagarto pintado. Um lagarto feio e nojento. Um lagarto execrável e inanarrável:  o lagarto da violência, da humilhação, da dor e revolta, da raiva e da sensação de impotência, da vergonha  e da culpa quando a vítima é a própria Carolina.
A Carolina foi abusada uma vez e outra. Em casa os pais pouco conseguiram fazer. Na escola, segundo as notícias, ninguém tomou providências para acabar com o suplício da Carolina e matar o lagarto que não lhe pinta a saia: borra-a, mancha-a, estraga-a, desfigura-a. Os pares da Carolina, os amigos e os colegas, não fizeram nada, muitos não empatizaram, achavam que a Carolina, com apenas 14 anos, podia muito bem ter usado calças para que os lagartos não lhe conspurcassem a saia.
A Carolina vive presa em casa, vítima do medo e do terror da impunidade, escrava da impotência dos adultos que a rodeiam poderem, quererem ou conseguirem fazer alguma coisa. Privada de escola, de amigos, de Internet e da adolescência, que devia ser uma saia colorida e rodada, esvoaçante e primaveril, sem nenhum lagarto pintado.
Eu não posso matar o lagarto (pudesse eu...) mas quero fazer alguma coisa.
A jornalista que assinou a peça afiançou-nos que a família da Carolina precisa de muita coisa mas, a principal, é mudar de casa. Sair da zona onde moram, sair da sombra dos lagartos pinchados, de longe do perímetro da escola que foi conivente com este crime bárbaro uma e duas vezes e recomeçar. Recomeçar, em família, uma vida. Dar uma nova saia à Carolina, sem lagartos pintados. Uma saia que um dia, talvez, a faça girar em torno do seu próprio corpo, numa dança de alegria, de recomeço.

O que preciso de vós:

1- Ideias para conseguir trazer a família da Carolina para Lisboa/Oeiras/Cascais (acabei de contactar colegas minhas da Acção Social de uma das Câmaras e já expus o caso ao Presidente via email, no sentido de requerer um fogo num bairro camarário mas mais ideias são bem-vindas)

2- Os pais da Carolina vivem do RSI mas não querem viver à pála: querem trabalhar. Ambos. Ideias de sítios que precisem de colaboradores, gente que tenha contactos de possíveis empregadores, etc).

3- Eu acho que a saia da Carolina, depois disto tudo, vai sair imaculada. Com alguns remendos de alma mas quero acreditar que a Carolina vai ter uma segunda oportunidade de vestir a sua saia. Para isso pensei angariar uma verba monetária para o recomeço. Então, como os Santos estão à porta, que tal um "Arraial Quadripolar"? Preciso de alguém que me ceda um espaço num bairro típico, contactos de onde se compram manjericos (farei quadras quadripolares, juro!), gente que cozinhe panelas de caldo verde que possam ser vendidas aos foliões e bebidas. A mão de obra será gentilmente cravada às tropas quadripolares, atempadamente! E preciso que apareçam na noite de Santo António (12 de Junho). Muitos. Todos.

Todo o dinheiro angariado será para a Carolina. E para a sua saia nova, que se quer limpinha e longe de lagartos. Uma saia digna da Carolina. 

Quem está comigo?


(enviem-me email para: quadripolaridades@hotmail.com)


UPDATE- (Descansem as alminhas nervosas: em tempo algum a identidade da Carolina e dos seus pais será divulgada. Nós faremos chegar a ajuda à família. Portanto, passa a ser uma causa nossa (minha e da Leididi) e ajuda/participa quem confia. Simples.)

"


Em que podem ajudar? Todos a falar com a Pólo Norte!!!


quarta-feira, 28 de maio de 2014

e de repente somos empurrados.

Empurrados para a berma da estrada.
Porque estamos a levar a vida demasiado leve.
Demasiado bem.
Andamos demasiado felizes.
Parece que não estamos a encarar o que devíamos.
E somos atirados contra um muro.
Um muro chamado "demência".
Não que não houvesse já. não que não se soubesse já.
apenas não o olhavas com a devida atenção.
andávamos todos enganados.
mas temos de ver o muro.
de ver o sinal.
Um sinal com letras garrafais "OLHA LÁ, ISTO NÃO É ASSIM TÃO SIMPLES, PAH!!"
E de repente és obrigado a parar.
E percebes que te fugiu a lembrança da idade, de alguns nomes, de noções de responsabilidade, de obrigação, de necessidade.
E de repente sinto-me a perder-te.
Mas enxuto as lágrimas, e sou, porque sou, porque quero, por tudo, a mais forte. Para ti. Por ti.
Porque te vejo de repente a virar criança, a viveres cada vez mais no teu mundo.
Sei que te lembras de mim e sabes quem eu sou.
Espero que ainda assim continues por muito, muito tempo.
E quando a memória levar a melhor sobre ti, também vou aqui estar.
A morrer por dentro, de coração apertadinho, a chorar contigo, mas de sorriso aberto, sorriso feito e a mão estendida para ti.
De mão dada, braço entrelaçado, apoio-te e digo-te "vá, anda comigo. Tu consegues andar".
Demência.
Puta de vida, que nos obriga a abrir os olhos de uma forma tão abrupta.
tão seca.
tão fria.
Vá, esquece lá isto tudo.
Aconchega-te aí nos cobertores, e dorme bem.
Descansa.
Eu estou aqui.
Sempre.
A tua "rica filha", a tua netinha.
A tua.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Não costumo fazer disto, mas ora vejam lá, até para empregos pedem Likes!!

Um amigo fez um filme para se candidatar a um emprego.
Um emprego diferente.

E nesta fase, o vídeo precisa de Likes.
Sim, likes para poderem passar à próxima fase no recrutamento.

Mas até tem um pouco de lógica, visto ser para algo do género "explorador" de um país. Tens de te saber relacionar ... e por esse lado até entendo um pouco.

Mas vá, ele é uma óptima pessoa, está em Londres a estudar, é modelo, é bonito e é só um like!!

(e parece que até podem ter a sorte de ganhar depois uma viagem para 2 à Europa!!)

Vá, vejam lá:


http://www.theswissexplorer.com/#!/en/stories/watch/5371ff91bd6f7


Muito, muito, muito agradecida!! =)